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  • REDAÇÃO

O que achei de Mistério do Mediterrâneo?



Olá, meu povo, tudo bom?

Depois de ver tanta gente recebendo Kits da @netflix do filme Mistério do Subterrâneo e de ter uma banner bem grande assim que eu abria o app [me obrigando a assistir para mudar de banner] resolvi assistir. Se assim o fiz, agora vou postar o que acho. O que eu achei de Mistério do Mediterrâneo?

O filme, lançado esse ano, é uma produção da Netflix e dirigido por Kyle Newacheck e estrelado por Adam Sandler e Jennifer Aniston. A estória narra como o casal Spitz entram na festa de um desconhecido (conheceram o cara no avião) e se envolve com o assassinato de um cara rico, cuja herança deveria ser partilhada com os presentes [menos o casal] e o plano de divisão foi desfeito para beneficiar apenas a noiva [garota nova que se envolve com homem rico, caso batido]. Mas esse homem, na assinatura antes de assinar o documento no qual deserdava “a geral” foi assassinado [o crime: apagou-se a luz e o “coroa” recebeu a facada] e o principal suspeito é o Casal Spitz, que é formado por um policial fracassado cujo sonho é ser um detetive, e ela é uma cabelereira que tem o sonho de viver o casamento um pouco mais dinâmico e animado.

Na tentativa de animar o casamento, Nick Spitz [acostumado a mentir sobre seu desempenho no sonho de ser detetive] mente para a esposa que cobra [pelos 15 anos de atraso] uma viagem à Europa. Para amenizar as coisas, ele mente dizendo que já comprou o roteiro [nada romântico] para a Europa. No avião, eles conhecem o Charles Cavendish, vivido por Luke Evans, que os convida para a festa no iate do tio [o futuro defunto] e é aí onde tudo começa.

Primeiramente: NÃO SE PRENDAM À PRIMEIRA PARTE DO FILME. Eu sei que aquelas cenas típicas de Sessão da Tarde são chatas e achei que estraga Jennifer Aniston [ela produz formol ao invés de saliva, sigamos!] quando limitaram a atuação dela. E depois vem a cena de avião com conteúdo pobre cheio de texto ruim e pouco empolgante. Mas o filme passa, e começa a ficar bom. Começa a ficar claro por causa da luz do dia nas cenas do barco, e isso já tira a agonia e o sono de ver uma cena de avião com luz baixa [típica do ambiente] e gente chata conversando.

Nas cenas do barco, comecei a sentir vergonha alheia pelo casal [comecei a sentir quando Nick Spitz tentou fazer o Upgrade com milhas vencidas] em estar num ambiente que não lhe cabia por pertencer àquele ciclo. Depois, a cena do assassinato e, após ela, a busca pelo (s) assassino (s). Os primeiros suspeitos [e foi assim o filme inteiro] foram o Senhor e a Senhora Spitz. Eram os estranhos, então, bem. Pronto. Fica bom!

O casal, acusado injustamente, começa a tentar se livrar da culpa e faz isso recorrendo às experiências dele enquanto policial e dela enquanto leitora assídua de livros de romance policial. Na narrativa, ele vai mesclando os problemas que levaram o casamento à crise. Pensei na minha mente de solteiro [graças a Deus] “MEU DEUS, TODO CASAL PROBLEMÁTICO RECLAMA PELAS MESMAS COISAS”, porque a discussão sobre certo, errado, quem faz o quê, quem poderia ter melhorado em tal ponto é engraçada porque os atores constroem isso. Na verdade, a parceria é antiga, desde Esposa de Aluguel. Risadas são garantidas, além de aflorar o detetive que existe em você porque começa a investigação de pessoa a pessoa e eu notei o quanto existe pessoa boba, eles passam uma cena embaixo da cama que eu não se conseguiria segurar o riso. [AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, foi ótimo. Revivi meus tempos de “Cidade-Dorme” e de estagiário de Direito].

Notei que em muitos momentos tentaram forçar o riso com momentos e piadas sem graça [tipo aquele tio do Pavê ou Pacumê!?] e isso torna o filme pedante e chato. Quer um exemplo? Há um personagem que não tem pênis porque perdeu na guerra e toda hora ficam fazendo piada com isso, tentando tornar isso engraçado, mas que não é [e não é porque sou chato, é porque não tem graça mesmo].

O filme todo é permeado disso, sobretudo, na busca pelo (s) autor (es) do crime. Nick Spitz é um policial que não sabe atirar e a forma como isso é tratada é engraçada: os culpados [que persegue e mata todos os presentes] fogem porque ele não consegue atirar direito e quando eu me empolguei ao vê-lo acertando um tiro, ele confessa que a mira era no pé [ele acertou no ombro].

Após as junções das peças de quem matou, eles não chegam a lugar algum, mas decidem fingir que sabem [e fazer o “Vai que cola”] e colou. Conseguiram com base no carão e na construção de repertório das leituras dela e profissão dele [lá vem o estudante de Moda] descobrir os assassinos (Sim, são dois!), e essa última parte é muito legal porque a perseguição que há para a prisão do segundo assassino empolga, prende e é maravilhosa porque vi superação na mulher que não tinha autoconfiança para fazer aquilo. Ela fez e prendeu a pessoa!

No mais, palmas para a atuação de Jennifer Aniston [PQP, HEIN!? Não há diferença de Friends para esse filme. Avon, guarde o sêmen dela. O meu Renew tem que ser com ele]. Sempre mostrando que pode inovar em cada personagem, mostrando que pode haver uma caracterização particular e tornando cada um deles mais foda [beleza! Esse não tinha AQUELA história marcante] e prendendo a atenção senão pela trajetória, mas pela própria atuação. Adam Sandler, eu fico satisfeito, contudo sempre achei que ele tinha dificuldade de se desprender dos seus personagens e que todos eles têm a mesma cara, e o mesmo espírito. Mas o que fez, fez bem.

Enfim, foi isso! O que acharam? Contem.

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