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  • REDAÇÃO

Rabos-De-cavalo: porque usar?

Já passou na sua mente que você precisa ter inúmeros gatilhos e truques para se vestir e ficar apresentável de modo rápido? E isso inclui composições previamente preparadas na sua mente para não perder tanto tempo; inclui a unha feita sempre que possível, a ponto de fazer apenas a troca do esmalte; a pele em dia para uma maquiagem básica e linda, e um penteado rápido que facilite a amarração, manuseio e ainda lhe deixe elegante e bonita para a ocasião. E é sobre esse último que falaremos hoje, penteados: o rabo-de-cavalo especificamente.

Queridinho das estrelas, das anônimas, o penteado combina com tudo e com todas as pessoas: através das suas variações, a amarração consegue se adaptar a todos os rostos possíveis, e cabe em todos os eventos. Essa versatilidade transforma-o num modelo procurado dentre as pessoas no salão, como afirma Suenia Lopes, cabeleireira: “o penteado é clássico e atemporal. Por ser muito elegante, as pessoas procuram muito. É rápido, bonito, e combina com todo mundo.”

O rabo-de-cavalo surgiu, segundo datam, com homens no antigo medievo quando alguns exércitos exigiam que seus homens utilizassem esse penteado com representação da posição militar. Contudo, algumas leituras mostram que a relação entre militarismo e penteado é mais antigo e faz check-in na China, nas primeiras dinastias. Nesse período, mulheres não usavam o penteado, além de ser associado ao universo masculino, era também – e isso ainda é presente nos dias de hoje – dado como informal demais para serem utilizados pelas damas da sociedade. Tempos depois, após a posição permissiva para escolha do cabelo, o penteado se tornou fator de escolha entre os usuários e isso trouxe as variações – o início delas – de como vemos hoje.

Muito procurado para quem quer a simplicidade e elegância, o rabo-de-cavalo, que apareceu publicamente numa mulher em Coco Chanel, numa corrida de cavalo em Longchamp, se tornou um básico que se adapta aos diversos modelos e modos. Embora haja ressalvas, dificilmente há situações e pessoas que o penteado não seja aplicado. Para a cabeleireira Suenia Lopes, o rabo-de-cavalo “ocupa um lugar importante. As variações no topo da cabeça, mais abaixo, um pouco mais bagunçado ou com trança dão ao penteado uma informalidade que cabe em qualquer ambiente e em qualquer evento”.

Essa informalidade citada pela profissional é definida pelo o que é agregado na hora da montagem: tranças e acessórios, a amarração com as mexas. Por exemplo, no caso de incrementá-lo com trança – associada à eventos como um casamento ao ar livre ou missa campal – você conseguirá deixa-lo informal a depender da amarração e a utilização da trança. Sim, tem-se inúmeros modos de usar trança num rabo-de-cavalo! Já a formalidade se aplica pela pelo local da amarração e a intensidade de como aquela está feita, que – por sinal – deve ser levada em consideração: casos de alopecia de pressão são associados à força da amarração dos cabelos.

Aconselhado para a maior parte das pessoas, o rabo-de-cavalo favorece às pessoas de pescoço longo e as tornam mais sedutoras e charmosas. Entretanto, deve haver o cuidado deve-se ser considerado antes de pensar em usá-lo: a pele limpa, a posição da orelha, o comprimento da testa e o formato do rosto, e a maquiagem que será utilizada. Preciso avisar que esses não devem ser fatores que limitam o uso, mas fatores que ponderam o uso.

Suenia Lopes finalizou a entrevista afirmando que não há tipos tão específicos para o alcance da beleza do penteado: cabelos encaracolados, cacheados, lisos, crespos, ondulados. Logo, você pode sim fazer um rabo-de-cavalo. Homens, vocês também.

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